Não quero brisa suave. Não quero chuvisco. Dessa vez quero estar na chuva para me molhar. Dessa vez vou viver perigosamente. Eu quero ventania. Quero que a areia voe e dance no céu. Cansei das pegadas, das lembranças, cansei. Dessa vez quero ouvir meu medo, quero ver e ouvir meus trovões. Não temo a luta, não fujo... Caminho de pés descalços na direção da minha estrela. Aquela única que nada nem ninguém pode roubar de mim.
Ventania
4 de setembro de 2011 - Devaneio de Mariana Mauro às 18:51