Talvez na solidão das minhas palavras, embarcada no recanto das minhas ideias. Talvez apaixonada pela vida, talvez amedrontada pelo futuro. Sigo sozinha com passos errantes. O chão está repleto de pegadas afobadas. Ansiedade em cada instante, sorrisos na estante e lágrimas na despensa.
Procuro dentro de mim algumas respostas esfarrapadas. O caminho é um amplo conhecimento, quase uma jornada. É a hora de se jogar no abismo de si mesma, procurar as feridas, estancar o sangue. Já passou da hora de seguir em frente, sempre em frente.
Cansei dos Grand Canyons da Vida, de agora em diante... Só quero Everest! Viver como Borboleta; ter a força e o impacto de uma frase de efeito para variar.